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Jul/10

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Trabalhos de faculdade: se não pode vencê-los, junte-se a eles!

Howdy!

Raras são as vezes que nós temos a oportunidade de fazer trabalhos pra faculdade relacionados a jogos – ou porque foge completamente ao escopo da disciplina, ou porque simplesmente não daria tempo de fazer algo com um monte de outras matérias pra se pensar a respeito. Então sempre que eu acabo caindo numa “eletiva de escrever” (como são carinhosamente conhecidas as matérias em que nós não necessariamente tratamos com integrais ou algoritmos), eu tento puxar a sardinha pra esse lado.

Como não estou tendo tempo pra atualizar o blog por causa do spree de fim de período, com um bando de trabalhos pra fazer, resolvi simplesmente fazer trabalhos que eu pudesse postar no blog! Um sobre a inovação da indústria, e o outro sobre… ensino.

Sim, senhoras e senhores, eu fiz um trabalho sobre games aplicados ao ensino. E sim, ele é uma expansão do meu rant sobre a quantidade enorme de coisas do tipo no SBGames do ano passado (ctrl+f “Rant 3”).

Então enquanto não atualizamos aqui com os posts mais técnicos, aqui vai:

a) Evolução e Inovação no Mercado de Jogos Eletrônicos” – feito há alguns anos atrás para a disciplina “Conhecimento e Inovação”. É basicamente um estudo da história do videogame, que por ter sido feito há algum tempo, já está um pouco defasado. Provavelmente a maioria das pessoas que passarem por aqui vai saber da maior parte do que tem lá, mas fica o registro.

b) “Jogos Eletrônicos como Ferramenta de Ensino” – feito semana passada pra “Informática Aplicada ao Ensino”. Esse, pra quem gosta de ler o blog, acho que é mais interessante de ler inteiro. E por favor ignorem o auto-plágio de uma página do trabalho anterior, eu estava trabalhando com deadlines complicadas! O trabalho basicamente expande aqueles pontos básicos de que

  • b.1) Só vai funcionar direito se o que se quer ensinar for inerente ao gameplay;
  • b.2) O foco é tanto o aluno quanto o conteúdo;
  • b.3) Não é nada fácil fazer um bom jogo educativo;
  • b.4) Não é só na escola que existe ensino; e finalmente
  • b.5) Não é porque um jogo não é educativo que ele não vai te ensinar nada!

É basicamente isso. Tem vários exemplos que acabaram não indo pro texto por falta de tempo (e porque o escopo era um pouco fechado, apesar de tudo), mas aí é só ficar de olho no @devoidgames que tão todos lá =)

—Em outras notícias!—

Está cada vez mais perto a confirmação do evento de jogos que o pessoal da deV( )id (eu e o Tinnus) tá montando com o pessoal do LabIC-UFRJ (eu, o Tinnus e o @rafalopes ). Serão dois dias em outubro dedicados a palestras e mesas redondas, abertas a todos os interessados – incluindo, obviamente, uma mostra de jogos independentes. Fiquem de olho! Se tudo der certo, em breve teremos um hotsite 😉

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2 comments

  • Raphael Bottino · 03/07/2010 at 9:09 am

    Ainda não li seu trabalho sobre games como ferramenta de ensino, mas acho que seria interessante você conversar com o Esteban Clua da UFF.
    Acredito que você o conheça, pq o Tinnus o conhece, então fica mais fácil.
    Meu primeiro período de programação 1 o “projeto final” foi fazer um game. Ele era o único “doido” que fazia esse tipo de coisa.
    Agora, vários(se não todos, não sei dizer) cobram jogos como trabalho.
    Acho bem legal a revolução que o Esteban está fazendo por lá!
    Abraços!

  • Author comment by Yanko · 03/07/2010 at 11:40 am

    Fala Raphael!
    Eu imagino que você seja o primo do Tinnus que faz UFF, certo? =)

    Então, eu conheço o Esteban desde antes de entrar na faculdade, ele é realmente ótimo professor – e eu fico com a maior inveja de vocês lá da UFF pelo media lab. Até brinquei com ele uma vez falando que ele era o “Overlord” dos joguinhos aqui no Rio.

    A gente também teve, no 1o período, um professor que colocou como trabalho final fazer joguinhos. É a única matéria que praticamente todos gostam, sem exceção uaeuhuaehuaeh 8(
    (deve ser por isso que até hoje a gente trabalha no lab dele)

    Mas legal que o conceito se expandiu por lá. Acaba precisando de renovação do corpo docente pra isso acontecer – e isso tá vindo muuuito aos pouquinhos pro DCC lá da UFRJ. Quem sabe daqui uns anos =)

    De qualquer maneira, é importante o interesse pessoal de cada um também. Mal ou bem, quem tem que puxar a bandeira são os alunos também; o bom é que no caso de vocês tem um professor que encabeça essas coisas e um centro único na universidade.

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